eu também consigo ME mudar para os outros,para me adaptar a vida das pessoas.
Mas na dele não. Não consegui esquecê-lo. E pode ter certeza, ainda vai doer.
Ficava feliz em descobrir os defeitos dele, em aprender a lidar com eles e não os achar mais insuportáveis. Ficava mais feliz ainda em me adaptar a eles. Eu o admirava quando me contava – sem detalhes e só alguns trechos – de pouco da sua vida. Eu era tão boba, que ficava feliz quando achávamos que já tínhamos uma “história” para contar, mesmo sendo escrita no rodapé, esmagada pelo que ele julgava ser o corpo do nosso texto. Ficava feliz em “perder” fins de semana para ficar com ele. Hoje, muito pouco se perdeu no tempo. Às vezes, me pego conversando com outro, pensando
ps: talvez isso seje pra você,talvez não,mais só pra deixar claro,na minha vida,existem vários
'' você's ''.